Defina a pergunta
Esclareça o que exatamente será analisado.
Por exemplo:
“Quais motivos concentram a maior parte das devoluções?”
O Princípio de Pareto é uma ideia de concentração: em muitas situações, uma parcela relativamente pequena dos fatores pode estar associada a uma parcela muito maior dos efeitos observados.
Ele é frequentemente conhecido como regra 80/20, mas os números 80 e 20 não constituem uma lei matemática universal.
Na gestão, a análise de Pareto pode ajudar a descobrir quais categorias, causas, falhas, produtos, clientes ou ocorrências concentram a maior parcela de determinado resultado.
O Princípio de Pareto descreve uma situação de distribuição desigual, na qual poucos fatores podem responder por uma parcela relativamente grande dos efeitos.
Em linguagem prática, ele convida a perguntar:
quais poucos fatores estão concentrando a maior parte deste resultado?
Dependendo da situação, a análise pode investigar:
A expressão “80/20” é uma forma popular de representar a ideia de concentração.
Por exemplo:
pode acontecer de aproximadamente 20% das categorias concentrarem perto de 80% das ocorrências.
Mas também podem aparecer distribuições como:
O ponto central não é forçar os dados a produzirem exatamente 80/20.
É verificar se existe concentração relevante e onde ela ocorre.
Não.
Não existe obrigação de que todo conjunto de dados apresente exatamente:
80% dos efeitos provenientes de 20% das causas.
Uma análise pode mostrar:
65%, 72%, 81%, 93% ou qualquer outra distribuição compatível com os dados reais.
Portanto, o Princípio de Pareto deve ser usado como uma lente para investigar concentração, não como fórmula a ser imposta aos dados.
O nome faz referência ao economista e sociólogo italiano Vilfredo Pareto, que estudou distribuições desiguais de riqueza e renda.
Mais tarde, ideias de concentração desse tipo foram aplicadas em outras áreas, inclusive em gestão e qualidade.
Na prática empresarial, o valor atual da ferramenta não depende de reproduzir a observação histórica.
O objetivo é verificar, a partir de dados reais, se poucos fatores representam parcela relevante de um efeito.
Ela pode ajudar a direcionar atenção para as categorias que representam maior parcela do resultado analisado.
Pode ser utilizada para:
Não exatamente.
O Princípio de Pareto refere-se à ideia de concentração desigual entre fatores e efeitos.
Já o Diagrama de Pareto é uma forma de visualizar dados categorizados, normalmente ordenando-os do maior para o menor.
Uma representação típica combina:
O gráfico facilita visualizar onde a concentração está ocorrendo.
Uma estrutura possível pode ser organizada em oito etapas.
Esclareça o que exatamente será analisado.
Por exemplo:
“Quais motivos concentram a maior parte das devoluções?”
Determine a janela de dados que será analisada.
Agrupe ocorrências de maneira coerente com a pergunta.
Registre a frequência, custo, tempo, valor ou outra medida relevante para cada categoria.
Organize as categorias da maior para a menor contribuição.
Quando útil, calcule a participação de cada categoria e o percentual acumulado.
Verifique quais categorias concentram a maior parcela do efeito.
Use o resultado para aprofundar causas, prioridades e possíveis intervenções.
Imagine uma empresa fictícia que registrou 100 ocorrências relacionadas a pedidos devolvidos para correção.
A equipe classificou cada ocorrência pelo motivo principal.
42 ocorrências .
Percentual acumulado: 42%.
28 ocorrências .
Percentual acumulado: 70%.
16 ocorrências .
Percentual acumulado: 86%.
9 ocorrências .
Percentual acumulado: 95%.
5 ocorrências .
Percentual acumulado: 100%.
As duas primeiras categorias representam juntas 70% das ocorrências.
Ao incluir a terceira, chega-se a:
86% de todas as ocorrências registradas.
Portanto, existe uma concentração relevante em poucas categorias.
Isso não significa automaticamente que as outras devam ser ignoradas.
Significa que a organização encontrou uma informação importante para decidir onde aprofundar a análise.
Não.
No exemplo anterior, “cadastro incompleto” representa uma categoria de ocorrência.
Ainda seria necessário investigar por que os cadastros chegam incompletos.
Possíveis hipóteses:
Pareto pode mostrar onde a ocorrência está concentrada.
Isso não significa que ele sozinho explique:
por que ela acontece.
Depende da pergunta.
Um Pareto pode ser construído com diferentes medidas.
Por exemplo:
Essa escolha muda completamente a leitura.
Um problema pode acontecer muitas vezes e possuir baixo impacto financeiro.
Outro pode acontecer poucas vezes, mas produzir perda muito maior.
Por isso, antes do gráfico, defina:
o que estamos tentando medir?
Sim. E isso pode revelar diferenças importantes.
Imagine cinco tipos de falha.
Um gráfico pode ordenar por:
quantidade de ocorrências.
Outro, pelos mesmos tipos, pode ordenar por:
custo total provocado.
A categoria mais frequente pode não ser aquela com maior custo.
Portanto, a pergunta orienta o indicador que deve ser utilizado.
É a soma progressiva da participação das categorias ordenadas.
No exemplo de 100 ocorrências:
primeira categoria: 42%.
primeira + segunda: 70%.
primeira + segunda + terceira: 86%.
E assim sucessivamente até:
100%.
O acumulado facilita perceber quantas categorias são necessárias para representar determinada parcela do resultado total.
Não.
Uma linha de 80% pode ser utilizada como referência visual, mas não deve substituir julgamento e contexto.
Imagine que as categorias atinjam:
77% nas três primeiras e:
94% ao incluir a quarta.
Não existe uma obrigação de cortar exatamente em determinado ponto apenas para reproduzir 80%.
A decisão precisa considerar:
Pareto e GUT respondem a perguntas diferentes.
Uma análise de Pareto pode perguntar:
“Quais categorias concentram a maior parte das ocorrências?”
A Matriz GUT pode perguntar:
“Entre os problemas identificados, quais merecem maior prioridade considerando Gravidade, Urgência e Tendência?”
Um problema pouco frequente pode ser extremamente grave e urgente.
Por isso, frequência ou concentração não são sinônimos de prioridade.
As ferramentas podem ser complementares.
Matriz GUT: como priorizar problemasSim.
Imagine uma operação com:
50 erros de preenchimento sem impacto crítico
e:
1 ocorrência relacionada a um risco grave de segurança.
Um Pareto por frequência destacaria os erros de preenchimento.
Isso não significa que o evento de segurança possa esperar.
Portanto, concentração deve ser interpretada dentro do contexto de risco e prioridade.
O diagnóstico pode produzir grande quantidade de informações.
Quando existem dados categorizáveis, Pareto pode ajudar a observar padrões de concentração.
Por exemplo:
O resultado pode indicar onde aprofundar entrevistas, análise de processos ou investigação de causas.
Diagnóstico Organizacional: como identificar problemas e causasDepois de mapear um processo, podem ser encontrados vários tipos de ocorrência.
Por exemplo:
Se essas ocorrências estiverem registradas de forma confiável, uma análise de Pareto pode mostrar quais categorias concentram a maior parcela do problema.
Depois, ainda é necessário investigar as causas dessas categorias.
Mapeamento de Processos: AS-IS, TO-BE, gargalos e retrabalhoPareto ajuda a analisar concentração.
O 5W2H ajuda a estruturar uma ação.
Uma sequência possível:
Pareto → onde o efeito está concentrado?
Investigação → por que isso acontece?
Decisão → o que precisamos mudar?
5W2H → quem fará, quando, onde, como e com qual custo?
5W2H: como transformar decisões em plano de açãoNão.
Pareto pode ajudar a identificar concentração de ocorrências ou efeitos.
RACI ajuda a esclarecer papéis em um processo ou projeto.
Depois de identificar determinado problema, pode ser descoberto que uma de suas causas está relacionada a responsabilidades mal definidas.
Nesse caso, a Matriz RACI pode se tornar mais apropriada para a etapa seguinte.
Matriz RACI: como definir quem faz o quêSim, desde que existam dados adequados à pergunta que está sendo analisada.
Imagine um indicador geral:
12% dos pedidos foram devolvidos para correção.
Esse indicador mostra a magnitude do problema.
Um Pareto dos motivos de devolução pode mostrar:
quais categorias respondem pela maior parte desses 12%.
Assim, um indicador pode mostrar quanto existe de determinado resultado, enquanto Pareto pode ajudar a visualizar onde ele está concentrado.
OKR x KPI: objetivos, resultados e indicadoresO gráfico pode ser calculado corretamente e ainda assim produzir uma interpretação ruim se os dados de origem forem inadequados.
Alguns problemas:
Antes de interpretar a concentração, vale verificar:
os dados representam adequadamente aquilo que queremos compreender?
Isso pode indicar que a classificação precisa ser aprofundada.
Imagine:
35% das ocorrências classificadas como “Outros”.
Nesse cenário, uma parcela relevante do fenômeno permanece escondida dentro de uma categoria genérica.
Pode valer revisar os registros e criar novas categorias quando existirem padrões suficientemente claros.
“Outros” deve reunir itens residuais, não esconder uma parte central do problema.
Não necessariamente.
Categorias excessivamente detalhadas podem fragmentar um mesmo fenômeno em vários nomes.
Por outro lado, categorias amplas demais podem esconder diferenças importantes.
A classificação precisa ser:
Quando grupos diferentes possuem condições muito distintas, agregá-los pode esconder padrões relevantes.
Pode ser útil analisar separadamente:
Um problema concentrado em uma unidade pode parecer pouco relevante quando misturado aos dados de toda a empresa.
Pode ser muito útil.
Imagine que determinada categoria representava:
42% das ocorrências.
Depois de uma intervenção, uma nova análise pode mostrar:
18%.
Ao mesmo tempo, outra categoria pode ter se tornado proporcionalmente mais relevante.
Isso significa que a distribuição pode mudar conforme o processo muda.
Sim, desde que a pergunta seja bem definida.
Por exemplo:
Mas concentração também pode representar risco.
Se poucos clientes respondem por parcela muito grande da receita, isso também pode indicar dependência comercial relevante.
Portanto, o mesmo dado pode representar:
oportunidade e risco,
conforme a pergunta da análise.
Pode funcionar como uma pergunta de reflexão, mas não deve ser tratada como fórmula universal sobre o uso do tempo.
Algumas perguntas possíveis:
O objetivo não é concluir antecipadamente que:
“80% do meu trabalho é inútil.”
É investigar como esforço e resultado estão distribuídos.
Não automaticamente.
Uma categoria de alta frequência pode representar:
O gráfico mostra concentração.
A interpretação do que fazer depende de compreender a natureza daquela categoria.
Não necessariamente.
A maior barra representa a maior contribuição segundo a medida utilizada.
A prioridade ainda pode depender de:
Pareto oferece uma informação relevante para decisão.
Ele não precisa ser o único critério de decisão.
O Pareto organiza uma distribuição, mas não substitui outras etapas da análise.
Ele não demonstra automaticamente:
Ele responde muito bem a perguntas de:
distribuição e concentração.
Outras perguntas podem exigir outras ferramentas.
O Pareto tende a separar dados em categorias para observar concentração.
Uma leitura sistêmica pode acrescentar perguntas sobre as relações entre essas categorias.
Por exemplo:
Isso evita tratar categorias como fenômenos completamente isolados quando elas podem fazer parte do mesmo sistema.
Abordagem Sistêmica: contexto, relações e interdependênciaA ferramenta seguinte deve depender da pergunta que surge depois da análise.
Por exemplo:
“Por que isso acontece?”
pode exigir investigação de causas.
“Qual problema é prioritário?”
pode levar a critérios como GUT.
“Quem é responsável?”
pode exigir RACI.
“O que faremos?”
pode ser estruturado com 5W2H.
“A mudança funcionou?”
pode exigir indicadores e acompanhamento.
Conhecer métodos e ferramentas de trabalhoSim. A análise não depende de uma estrutura empresarial complexa.
Uma pequena empresa pode analisar, por exemplo:
O importante é possuir dados minimamente consistentes e uma pergunta clara para a análise.
Nesse caso, uma das primeiras necessidades pode ser justamente estruturar a coleta.
Por exemplo, registrar durante determinado período:
Sem dados, a organização pode ter apenas:
percepções sobre o que parece acontecer com maior frequência.
Essas percepções podem servir para formular hipóteses, mas não deveriam ser apresentadas como uma análise quantitativa de Pareto.
Não.
Dependendo do volume de dados, a análise pode ser feita em:
O recurso tecnológico pode facilitar cálculo e visualização.
Mas não substitui:
pergunta adequada, qualidade dos dados e interpretação.
O gráfico pode ser lido em uma sequência simples.
O gráfico está mostrando frequência, custo, tempo ou outra variável?
Identifique quais categorias possuem maior contribuição individual.
Observe quantas categorias concentram parcela relevante do total.
Analise risco, gravidade, período, segmento e qualidade dos dados.
Use a concentração encontrada para decidir o que precisa ser investigado em maior profundidade.
Uma análise inicial pode mostrar onde estão concentradas as ocorrências.
Depois da intervenção, uma nova análise pode verificar se a distribuição mudou.
Uma sequência:
Pareto inicial → identificar concentração.
Investigação → compreender causas.
Ação → implementar uma mudança.
Indicador → acompanhar o resultado.
Novo Pareto → verificar como as categorias passaram a se distribuir.
A maior categoria não é necessariamente a causa raiz.
O problema mais frequente não é necessariamente o mais grave.
Os primeiros 80% não são necessariamente tudo aquilo que precisa ser tratado.
E os últimos 20% não são necessariamente irrelevantes.
O valor do Pareto está em transformar um conjunto disperso de ocorrências em uma leitura mais estruturada da concentração.
Depois disso, ainda precisamos compreender:
causas, riscos, prioridades, relações e possibilidades de intervenção.
O contexto vem antes da ferramenta.
Uma sequência possível conecta dados, concentração, diagnóstico, prioridade e execução.
Estabelecer a pergunta que precisa ser respondida.
Coletar e organizar dados confiáveis.
Agrupar os dados em categorias coerentes.
Organizar as categorias da maior para a menor contribuição.
Identificar onde existe concentração relevante.
Compreender causas, relações e contexto das categorias relevantes.
Escolher intervenções e estruturar a execução conforme a demanda.
Avaliar se o resultado e a distribuição mudaram depois da intervenção.
É a ideia de que, em muitas situações, uma parcela relativamente pequena dos fatores pode concentrar uma parcela muito maior dos efeitos.
É uma forma popular de representar a concentração descrita pelo Princípio de Pareto, como quando aproximadamente 20% dos fatores respondem por aproximadamente 80% dos efeitos.
Não. Os valores não são uma lei universal. Dados reais podem apresentar proporções diferentes.
Foi um economista e sociólogo italiano cujo nome ficou associado ao princípio de concentração conhecido como Princípio de Pareto.
Pode ajudar a identificar quais categorias concentram maior parcela de determinado resultado, como erros, reclamações, custos, atrasos ou faturamento.
Defina a pergunta, reúna os dados, crie categorias, escolha a medida, ordene do maior para o menor, calcule percentuais e analise a concentração.
É uma representação gráfica que normalmente organiza categorias da maior para a menor contribuição e pode incluir percentual acumulado.
Não exatamente. O princípio corresponde à ideia de concentração. O gráfico é uma forma de representar dados para visualizar essa distribuição.
Ordene as categorias da maior para a menor e some progressivamente a participação percentual de cada uma até alcançar 100%.
Não. O valor de 80% pode funcionar como referência, mas a interpretação deve respeitar a distribuição real dos dados.
Não necessariamente. Ela representa a categoria com maior contribuição segundo a medida utilizada. Ainda pode ser necessário investigar suas causas.
Não. Prioridade também pode depender de gravidade, urgência, risco, custo, segurança e outros critérios.
Pareto analisa concentração em dados. GUT pode ajudar a priorizar problemas considerando Gravidade, Urgência e Tendência.
Pareto ajuda a visualizar onde um efeito está concentrado. 5W2H ajuda a estruturar uma ação já definida.
Pode. Se uma análise revelar um problema relacionado a papéis e responsabilidades, RACI pode ser utilizada na etapa seguinte.
Sim. Um indicador pode mostrar a magnitude de determinado resultado, enquanto Pareto pode ajudar a visualizar como esse resultado está distribuído entre categorias.
Não automaticamente. A ferramenta mostra concentração. A investigação das causas pode exigir outras análises.
Sim. Pode ajudar a analisar concentração de faturamento, clientes, produtos, margem, cancelamentos ou outros dados categorizáveis.
Sim. O importante é possuir uma pergunta clara e dados adequados para análise.
Sim. Planilhas podem ser utilizadas para ordenar categorias, calcular percentuais e produzir a visualização.
Pode ser necessário revisar os registros e verificar se existem novos grupos relevantes escondidos dentro dessa categoria.
Depende da pergunta. A análise pode utilizar frequência, custo, tempo, volume ou outra medida pertinente.
Sim. Uma nova análise pode mostrar se a distribuição das ocorrências mudou após a intervenção.
Pode fornecer uma informação importante para a priorização, mas concentração não deve ser confundida automaticamente com prioridade.
Ele não demonstra sozinho causalidade, gravidade, urgência, risco, viabilidade ou eficácia de uma solução.
Pareto ajuda a visualizar onde determinados efeitos estão concentrados. A etapa seguinte depende da pergunta que essa análise produz.
Diagnóstico Organizacional: como identificar problemas e causas
Mapeamento de Processos: AS-IS, TO-BE, gargalos e retrabalho
Matriz GUT: como priorizar problemas
5W2H: como criar um plano de ação
Matriz RACI: como definir responsabilidades
OKR x KPI: objetivos, resultados e indicadores
Delegação de Tarefas: autonomia e responsabilidade
Abordagem Sistêmica: contexto, relações e interdependência
Conteúdo de Roberto Tomaz, relacionado às áreas de Gestão, Estratégia, Processos e Desenvolvimento Organizacional.
Atualizado em 27 de agosto de 2026 .
O chamado Princípio de Pareto é utilizado em diferentes contextos para analisar distribuições e concentrações.
A proporção 80/20 deve ser entendida como referência frequentemente associada ao princípio, e não como relação matemática obrigatória em qualquer conjunto de dados.
Uma análise de Pareto deve considerar:
pergunta, período, qualidade dos dados, categorias, medida utilizada, contexto, riscos e finalidade da análise.
Frequência, concentração e prioridade não são conceitos equivalentes.
A ferramenta não demonstra automaticamente causalidade e pode precisar ser complementada por diagnóstico, análise de processos, critérios de priorização, planos de ação e indicadores.
Os exemplos apresentados neste artigo são fictícios e possuem finalidade exclusivamente educativa.
A análise de Pareto pode integrar diagnósticos, projetos de melhoria e gestão de processos para organizar dados, identificar concentrações relevantes e apoiar a investigação das causas e prioridades antes da definição das ações.