Situação
“Na reunião de planejamento desta manhã, enquanto Marina apresentava a proposta do projeto...”
O modelo SBI organiza uma conversa de feedback em três elementos: Situação, Comportamento e Impacto.
Em vez de rotular uma pessoa como “desorganizada”, “difícil”, “sem iniciativa” ou mesmo “excelente”, a estrutura procura tornar a conversa mais específica: quando aconteceu, o que foi observado e que impacto esse comportamento produziu?
SBI é um modelo para estruturar feedback a partir de uma situação específica, de um comportamento observável e do impacto relacionado àquele comportamento.
A sigla representa:
S — Situation
B — Behavior
I — Impact
Em português:
Situação
Comportamento
Impacto
A lógica central é:
Quando aconteceu?
O que você fez?
Qual foi o impacto?
Essa estrutura ajuda a deslocar a conversa de julgamentos gerais sobre a pessoa para acontecimentos mais específicos.
O modelo Situation–Behavior–Impact é associado ao Center for Creative Leadership — CCL , organização especializada em desenvolvimento de liderança.
O CCL apresenta o SBI como uma estrutura para tornar conversas de feedback mais específicas e orientadas a comportamentos observáveis.
Na formulação tradicional:
Situation identifica o contexto específico.
Behavior descreve aquilo que foi efetivamente observado.
Impact comunica o efeito percebido daquele comportamento.
O modelo também possui aplicações contemporâneas nas quais, depois do SBI, pode-se investigar a intenção da outra pessoa, transformando o feedback em diálogo.
Três movimentos ajudam a transformar uma impressão ampla em uma conversa mais concreta.
A Situação delimita o contexto específico no qual o comportamento ocorreu.
Em vez de dizer:
“Você sempre faz isso nas reuniões.”
pode-se identificar:
“Na reunião de planejamento de terça-feira, durante a apresentação dos resultados...”
Essa delimitação reduz generalizações e ajuda as duas pessoas a falar sobre o mesmo acontecimento.
Pergunte qual contexto precisa ser claramente identificado.
Não é necessário reconstruir todos os detalhes.
O objetivo é fornecer informação suficiente para identificar o episódio.
A etapa Behavior descreve aquilo que foi efetivamente observado, evitando transformar interpretação em fato.
Compare:
“Você foi desrespeitoso.”
com:
“Enquanto Ana apresentava a proposta, você interrompeu a fala dela três vezes antes que concluísse o raciocínio.”
“Desrespeitoso” é uma avaliação.
“Interrompeu três vezes” descreve um comportamento observável.
Essa distinção é central para um feedback mais preciso.
Porque um comportamento observado em determinada situação não é sinônimo da identidade ou personalidade da pessoa.
Frases como:
apresentam conclusões amplas sobre a pessoa.
Um feedback mais específico pode perguntar:
Qual comportamento me levou a essa percepção?
Por exemplo, em vez de:
“Você é desorganizado.”
pode-se dizer:
“Nos dois últimos relatórios, os arquivos foram enviados depois do prazo que havíamos combinado.”
Uma pergunta útil é verificar se outra pessoa presente poderia ter observado o mesmo acontecimento.
Por exemplo:
“Você não se importa com o projeto.”
não descreve diretamente um comportamento.
Já:
“Você não participou das duas reuniões previamente agendadas e não enviou a atualização combinada.”
descreve eventos observáveis.
Ainda será necessário compreender por que isso aconteceu.
O comportamento não prova sozinho determinada intenção.
A etapa Impact explica o efeito percebido do comportamento.
Dependendo da situação, o impacto pode estar relacionado a:
Por exemplo:
“Quando as informações chegaram depois do horário combinado, eu não consegui consolidar o relatório antes da reunião com a diretoria.”
A frase conecta comportamento e consequência sem precisar rotular a pessoa.
Não.
Essa é uma das distinções mais importantes em uma conversa de feedback.
Uma ação pode produzir determinado impacto mesmo quando a intenção era diferente.
Por exemplo, uma pessoa pode interromper repetidamente uma apresentação porque acredita estar contribuindo com informações.
O impacto sobre quem apresenta pode ser perda de sequência, dificuldade de concluir o raciocínio ou mudança na dinâmica da reunião.
Reconhecer o impacto não exige presumir a intenção.
Depois de apresentar Situação, Comportamento e Impacto, pode ser útil investigar a perspectiva da outra pessoa.
Uma pergunta simples:
“Como você percebeu aquela situação?”
ou:
“O que você pretendia naquele momento?”
pode revelar informações que não estavam disponíveis para quem ofereceu o feedback.
O Center for Creative Leadership também apresenta uma extensão do modelo voltada à investigação de intenção.
O cuidado é:
intenção não apaga automaticamente o impacto,
e:
impacto não prova automaticamente determinada intenção.
Uma estrutura de apoio pode ser:
“Na situação X...”
“observei o comportamento Y...”
“e o impacto foi Z.”
Depois:
“Como você percebeu essa situação?”
A fórmula serve apenas como apoio.
O objetivo não é transformar a conversa em um roteiro artificial, mas preservar:
Imagine uma situação fictícia envolvendo interrupções durante uma reunião.
“Na reunião de planejamento desta manhã, enquanto Marina apresentava a proposta do projeto...”
“...você começou a responder antes que ela concluísse a fala em três momentos.”
“Em dois desses momentos, ela precisou retomar o raciocínio e algumas informações previstas para a apresentação não chegaram a ser discutidas.”
“Como você percebeu aquela situação?”
Sim. O modelo não precisa ser usado apenas quando existe algo a corrigir.
Feedback positivo também se torna mais útil quando explica o que exatamente funcionou.
“Na apresentação de ontem para a diretoria...”
“...você apresentou os três principais indicadores, explicou a variação de cada um e respondeu às perguntas utilizando os dados do relatório.”
“Isso permitiu que a discussão avançasse rapidamente para a decisão sobre as prioridades do próximo mês.”
Um elogio pode ser valioso, mas muitas vezes é bastante amplo.
Por exemplo:
“Ótimo trabalho!”
comunica reconhecimento, mas não mostra necessariamente o que deveria ser repetido.
Um feedback mais específico:
“Na apresentação ao cliente, você começou resumindo as três necessidades levantadas na reunião anterior. Isso deixou claro que havíamos entendido a demanda antes de apresentar a proposta.”
ajuda a pessoa a identificar:
qual comportamento produziu um impacto positivo.
Uma conversa pode ser organizada em oito movimentos.
Pergunte por que o feedback precisa ser dado.
É reconhecimento? Desenvolvimento? Correção de um comportamento?
Identifique um acontecimento suficientemente específico.
Descreva aquilo que foi efetivamente observado.
Mostre o efeito relacionado ao comportamento.
Dê espaço para que a outra pessoa processe a informação.
Explore a perspectiva da outra pessoa antes de concluir a conversa.
Quando necessário, esclareça aquilo que precisa continuar, mudar ou ser desenvolvido.
Feedback de desenvolvimento pode exigir prática, observação e novas conversas.
Alguns minutos de preparação podem evitar que a conversa seja conduzida apenas pela emoção do momento.
Antes, registre:
Essa preparação pode revelar que aquilo que parecia um problema de comportamento é, na verdade, uma expectativa que nunca foi claramente comunicada.
Essa pergunta precisa ser considerada antes de transformar toda diferença de expectativa em falha da outra pessoa.
Imagine uma liderança esperando que o colaborador envie um resumo após cada reunião.
Se essa expectativa nunca foi comunicada, a conversa talvez precise começar pelo alinhamento:
“A partir das próximas reuniões, preciso que seja enviado um resumo com decisões e responsáveis até o final do dia.”
Depois de uma expectativa clara, torna-se possível acompanhar seu cumprimento.
Nem todo problema percebido é falta de desempenho.
Às vezes, existe falta de clareza.
Sim.
Em um feedback de reconhecimento, a estrutura pode tornar claro qual comportamento deveria ser mantido ou repetido.
Em um feedback de desenvolvimento ou correção, ela ajuda a mostrar o comportamento que precisa ser compreendido ou modificado.
Em ambos os casos, especificidade tende a ser mais útil do que generalizações.
Não.
O chamado feedback sanduíche normalmente organiza a conversa em uma sequência semelhante a:
positivo → ponto crítico → positivo.
O SBI utiliza outra lógica:
situação → comportamento → impacto.
Portanto, não é necessário criar um elogio artificial antes de abordar uma questão de desenvolvimento.
Um reconhecimento verdadeiro pode ser dado quando existe comportamento que realmente merece reconhecimento.
Não.
O feedback SBI pode acontecer em torno de situações e comportamentos específicos.
Uma avaliação de desempenho é normalmente um processo mais amplo, que pode considerar:
Feedbacks específicos ao longo do ciclo podem oferecer informações importantes para conversas de desenvolvimento.
Porém, um episódio isolado não deveria ser automaticamente tratado como representação de todo o desempenho de uma pessoa.
Não precisa.
Feedback sobre acontecimentos específicos tende a perder precisão quando é acumulado por muitos meses.
Conversas mais próximas dos acontecimentos facilitam identificar:
Isso não significa interromper a pessoa para dar feedback a cada pequeno evento.
A frequência precisa fazer sentido para a relevância da situação e para o contexto de trabalho.
Reuniões individuais podem ser um espaço para conversas frequentes de desenvolvimento.
O líder pode levar situações específicas ocorridas desde a conversa anterior.
Por exemplo:
“Na reunião de quarta-feira com o cliente...”
“você percebeu que ele estava com dúvida sobre o prazo e retomou o cronograma antes de avançar...”
“isso evitou que encerrássemos a reunião com expectativas diferentes.”
A conversa não precisa ficar restrita ao que deve melhorar.
Também pode tornar visíveis comportamentos que estão funcionando bem.
Feedbacks específicos podem ajudar a transformar competências muito amplas em comportamentos mais observáveis.
Imagine um PDI com o objetivo:
desenvolver comunicação.
A expressão ainda é ampla.
Feedbacks SBI podem revelar situações específicas:
Isso ajuda a responder:
qual comportamento precisa realmente ser desenvolvido?
PDI: Plano de Desenvolvimento IndividualO SBI pode ajudar a identificar um comportamento ou resultado que merece desenvolvimento.
SMART pode ajudar a estruturar uma meta relacionada à mudança.
Por exemplo, o feedback identifica:
pouca participação nas reuniões de projeto.
Depois de compreender a situação e conversar com a pessoa, uma meta poderia ser:
“Durante as próximas oito reuniões semanais, preparar previamente pelo menos um ponto relacionado à própria área para contribuir com a discussão.”
A meta é apenas um exemplo.
A ação adequada depende da causa, do contexto e do objetivo de desenvolvimento.
Metas SMART: o que são e como fazerO SBI ajuda principalmente a estruturar o feedback sobre uma situação.
Depois, GROW pode ajudar a explorar desenvolvimento e próximos passos.
Uma sequência possível:
SBI: o que aconteceu e qual foi o impacto?
Depois:
Goal: o que precisa estar diferente?
Reality: o que está acontecendo atualmente?
Options: que alternativas existem?
Will: qual será o próximo passo?
Assim, o feedback pode deixar de ser apenas informação sobre o passado e contribuir para uma conversa sobre o futuro.
Método GROW: etapas, perguntas e exemploFeedback é uma conversa. Saber recebê-lo também importa.
Algumas perguntas podem ajudar:
Também é possível explicar:
Escutar não significa concordar automaticamente com toda interpretação.
Significa compreender a informação antes de decidir o que fazer com ela.
Discordância não significa automaticamente que a conversa fracassou.
Pode existir divergência sobre:
Nesse momento, pode ser útil retornar aos fatos:
O que foi observado?
Que evidências existem?
Que informação ainda está faltando?
O feedback não precisa ser usado para obrigar a outra pessoa a concordar com uma interpretação.
Depende da natureza da informação e do contexto.
Reconhecimentos podem, em determinadas situações, fazer sentido diante da equipe.
Questões delicadas, correções, desempenho individual ou informações potencialmente constrangedoras normalmente exigem maior cuidado e privacidade.
Antes de conversar, pergunte:
A estrutura SBI não elimina a necessidade de bom julgamento sobre momento, local e forma da conversa.
Quanto mais delicado o assunto, maior a importância de separar:
fato, interpretação, impacto e expectativa.
Uma conversa difícil pode exigir:
SBI é uma estrutura de comunicação.
Ele não substitui políticas internas, procedimentos de Gestão de Pessoas ou medidas formais quando a situação exigir tais recursos.
O primeiro cuidado é evitar concluir automaticamente que todo problema de resultado decorre da atitude da pessoa.
Um resultado abaixo do esperado também pode envolver:
O feedback SBI pode descrever comportamentos observados.
Depois, ainda é necessário compreender:
por que aquilo está acontecendo?
O comportamento de uma pessoa acontece dentro de determinado contexto.
Depois de identificar Situação, Comportamento e Impacto, também pode ser útil investigar:
Isso ajuda a evitar que todo problema seja explicado exclusivamente por características individuais.
Abordagem Sistêmica: o que é e como funcionaAlguns exemplos mostram como mudar o foco da pessoa para o comportamento.
Melhor:
“Nos dois últimos fechamentos, os relatórios foram enviados depois do prazo combinado. Isso reduziu o tempo disponível para a revisão antes da apresentação.”
Melhor:
“Nas últimas três reuniões de acompanhamento, quando identificamos atividades atrasadas, você aguardou que eu definisse todos os próximos passos. Quero conversar sobre como podemos ampliar sua autonomia nessas situações.”
Melhor:
“No fechamento desta semana, você percebeu que outra área estava sem uma informação, entrou em contato diretamente e compartilhou o arquivo antes do prazo. Isso evitou que a entrega ficasse parada.”
Melhor:
“Na apresentação de segunda-feira, você trouxe os números sem explicar o período de comparação. Duas pessoas perguntaram se os dados eram mensais ou anuais, e precisamos interromper a discussão para esclarecer a base.”
Não.
O feedback fornece informação sobre determinada situação, comportamento e impacto.
Uma mudança pode exigir:
Se uma pessoa não sabe realizar determinada tarefa, dizer repetidamente que ela está executando mal não substitui capacitação.
Nesse caso, feedback individual pode não resolver a causa do problema.
Imagine duas pessoas que acreditam que a outra é responsável por atualizar determinado relatório.
O atraso pode aparecer como comportamento individual, mas a causa pode estar na definição do processo.
Ferramentas de clareza de responsabilidades, como a Matriz RACI, podem ser mais adequadas para essa parte da demanda.
Matriz RACI: como definir responsabilidadesNão significa simplesmente aumentar a quantidade de críticas.
Uma cultura de feedback pode envolver:
Uma ferramenta como SBI pode apoiar essas conversas, mas cultura depende também de práticas, liderança, confiança, processos e coerência organizacional.
O SBI é uma estrutura simples, mas sua qualidade depende da compreensão da situação.
Nem todo problema de desempenho é comportamento.
Nem todo comportamento revela intenção.
Nem toda expectativa foi claramente comunicada.
Nem todo impacto exige a mesma resposta.
Por isso, antes de utilizar a ferramenta, é importante compreender demanda, contexto e finalidade.
O contexto vem antes da ferramenta.
Uma sequência possível conecta observação, diálogo, desenvolvimento e acompanhamento.
Identificar a demanda e a finalidade da conversa.
Delimitar o contexto específico.
Identificar o comportamento observável sem transformar julgamento em fato.
Tornar visível a consequência percebida do comportamento.
Compreender perspectiva, contexto e intenção da outra pessoa.
Esclarecer expectativas, responsabilidades ou mudanças necessárias.
Quando necessário, transformar a conversa em objetivo, prática, PDI ou plano de desenvolvimento.
Observar mudanças, novos comportamentos e resultados.
É uma estrutura de feedback baseada em Situação, Comportamento e Impacto.
Situation, Behavior e Impact: Situação, Comportamento e Impacto.
Identifique uma situação específica, descreva o comportamento observado e explique o impacto relacionado àquele comportamento. Depois, pode ser útil abrir espaço para a perspectiva da outra pessoa.
O contexto específico no qual o comportamento ocorreu, como reunião, projeto, atividade, momento ou acontecimento.
Aquilo que foi efetivamente observado, evitando rótulos, julgamentos e suposições sobre intenção.
O efeito relacionado ao comportamento, que pode envolver a própria pessoa que oferece o feedback, outras pessoas, equipe, processo ou resultado.
Não. Pode ser utilizado tanto para reconhecer comportamentos positivos quanto para conversar sobre comportamentos que precisam de mudança ou desenvolvimento.
Um feedback pode descrever comportamento e impacto em uma situação. Um julgamento frequentemente transforma essa percepção em uma conclusão ampla sobre a pessoa.
A estrutura básica concentra-se em Situação, Comportamento e Impacto. Depois, pode-se perguntar sobre a intenção ou perspectiva da pessoa, evitando presumir o que ela pretendia.
Não. Uma pessoa pode ter determinada intenção e produzir um impacto diferente. O impacto também não prova, sozinho, qual era a intenção.
Sim. O modelo é particularmente conhecido em desenvolvimento de liderança e pode apoiar conversas de reconhecimento, desempenho e desenvolvimento.
Sim. Situações específicas podem ser discutidas durante reuniões individuais, integrando feedback e acompanhamento de desenvolvimento.
Pode contribuir fornecendo exemplos concretos de comportamentos relacionados a competências que depois podem integrar objetivos e ações de desenvolvimento.
Não. O feedback SBI pode tratar de acontecimentos específicos. Uma avaliação de desempenho costuma considerar um conjunto mais amplo de critérios e período.
Não. O SBI utiliza Situação, Comportamento e Impacto. O chamado feedback sanduíche utiliza outra estrutura, normalmente baseada em positivo, ponto crítico e positivo.
É útil que a situação ainda esteja suficientemente presente para ser descrita com precisão, mas momento, ambiente e estado dos envolvidos também devem ser considerados.
Depende do conteúdo e do contexto. Questões individuais, delicadas ou potencialmente constrangedoras normalmente exigem maior privacidade.
É possível explorar fatos, contexto, impacto, expectativa e informações que ainda não estavam disponíveis. Feedback não exige concordância automática com toda interpretação.
Não. Mudanças também podem exigir clareza, aprendizagem, prática, recursos, acompanhamento e outras intervenções.
Não. Problemas de desempenho também podem decorrer de processos, recursos, responsabilidades, treinamento, prioridades ou outros fatores.
Feedback ganha mais valor quando faz parte de um processo contínuo de desenvolvimento e acompanhamento.
PDI: Plano de Desenvolvimento Individual
Método GROW: objetivo, realidade, opções e ação
Metas SMART: como estruturar objetivos
Plano 30-60-90: organizar desenvolvimento no tempo
Matriz RACI: como definir responsabilidades
Abordagem Sistêmica: contexto, relações e interdependência
Gestão, Liderança e Desenvolvimento Organizacional
Conteúdo de Roberto Tomaz, relacionado às áreas de Gestão de Pessoas, Liderança, Desenvolvimento Humano e Desenvolvimento Organizacional.
Atualizado em 26 de agosto de 2026 .
Para a apresentação conceitual do modelo SBI, foi utilizada como referência principal a documentação do Center for Creative Leadership — CCL .
O CCL apresenta o modelo Situation–Behavior–Impact — SBI™ como uma estrutura para feedback composta por:
situação específica, comportamento observado e impacto desse comportamento.
Materiais atuais do CCL também apresentam a possibilidade de ampliar a conversa por meio da investigação da intenção, diferenciando intenção de impacto.
Os exemplos apresentados neste artigo são fictícios e foram elaborados exclusivamente para finalidade educativa.
A estrutura SBI não substitui políticas de Gestão de Pessoas, procedimentos organizacionais, legislação aplicável, treinamento ou avaliações profissionais específicas quando necessários.
SBI™ é uma referência associada ao Center for Creative Leadership.
O feedback SBI pode integrar processos de liderança, desenvolvimento profissional, PDI e Gestão de Pessoas quando utilizado de forma contextualizada, específica e conectado ao acompanhamento do desenvolvimento.